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Porque é que as empresas de comércio eletrónico devem implementar a automatização nos armazéns para otimizar o seu negócio?

Nos últimos dois anos, as estratégias de e-commerce e comércio omnicanal continuaram a acelerar rumo às compras online, enquanto se impunham as operações sem contacto e as preferências dos consumidores mudavam drasticamente. De facto, segundo a Conferência das Nações Unidas sobre comércio e desenvolvimento, as vendas mundiais de e-commerce alcançaram os 3.500 milhões de euros (ou 26.700 milhões de dólares) em 2019 e as vendas do setor do retalho passaram de 16% para 19% em 2020.

A pandemia acelerou a preferência dos consumidores pelas compras online e as entregas ao domicílio, o que reforçou a importância de integrar soluções de automatização para abordar os requisitos de uma procura que é cada vez maior. Uma das características dos processos de comércio eletrónico que os consumidores exigem cada vez mais é a flexibilidade omnicanal.

Automatizar as tarefas dos armazéns: a chave para alcançar a flexibilidade omnicanal

As empresas de retalho e os ecossistemas logísticos requerem soluções tecnológicas dinâmicas que garantam uma visibilidade precisa de todo o processo da cadeia de distribuição, desde a produção até ao ponto de venda. Por isso, realizar investimentos tecnológicos estratégicos para implementar soluções de automatização nos armazéns pode impulsionar o crescimento das empresas de retalho, além de ajudar a completar perfeitamente todos os pedidos omnicanal.

O aumento dos pedidos online, juntamente com a escassez da mão de obra nos armazéns, exerceu uma pressão sobre o setor do retalho no que diz respeito ao cumprimento de entrega de encomendas, um desafio que poderia ser atenuado com as tecnologias de automatização. Agora, os clientes esperam que as entregas se realizem em dois dias – ou inclusivamente no mesmo dia – e tecnologias de automatização, como a robótica e as ferramentas de software de inteligência artificial (IA), podem ajudar a diminuir as deficiências operacionais e de produtividade do armazém.

Além disso, os armazéns estão a lutar para reter os seus trabalhadores, pelo que é necessário otimizar o fluxo de trabalho através da automatização, que ajudará a melhorar a rentabilidade ao melhorar o cumprimento de entrega dos pedidos e a satisfação e produtividade dos colaboradores.

Porque é que as empresas de retalho devem avaliar as suas soluções de automatização?

O setor do retalho enfrenta importantes desafios operacionais com a precisão dos inventários, a disponibilidade das existências, o seguimento dos ativos, a utilização do espaço de armazém e a otimização da preparação de pedidos. Isto põe em risco a eficiência dos seus processos e prolonga os prazos de entrega dos pedidos.

O VDC Research Group, referente líder em identificação automática e captura de dados, e em tecnologias de mobilidade empresarial, realizou recentemente um estudo, no qual participaram mais de 240 empresas de logística, e no qual se destacaram três principais iniciativas que os armazéns estão a levar a cabo para melhorar a sua eficiência:

  • Otimizar a capacidade de armazenamento (44,4%),
  • Melhorar a pontualidade dos envios (41,9%),
  • Otimizar a taxa de pedidos perfeitos (41,5%)

Em concreto, o relatório da VDC sobre as tendências nos armazéns, destaca que a otimização da mão de obra, a melhoria da gestão das devoluções e a redução de custos derivados de erros são métricas operacionais fundamentais para melhorar os processos dos armazéns. Evitar erros de identificação, como produtos mal etiquetados, má resolução dos códigos de barras e etiquetas danificadas continuam a ser de vital importância para melhorar a eficiência no cumprimento dos pedidos e na rentabilidade das margens, uma vez que as devoluções e as multas por problemas de legibilidade dos códigos de barras oscilam entre os 8.700 e os 17.600 euros por infração. E os profissionais deste setor vêm-se obrigados a introduzir de forma manual a informação correta das paletes.

Além disso, o estudo demonstra que as empresas esperam um aumento contínuo do volume de envio de produtos, mas só 55% dos entrevistados indicou que aumentaria a sua estrutura. Com o crescimento do número de referências de produtos e da rotação de inventários, as empresas de logística devem lutar por maximizar a produtividade através da automatização. Desde o hardware de robótica que pode aumentar a produtividade até às ferramentas de software que podem otimizar as rotas de transporte, a automatização é fundamental para fazer frente ao crescente aumento de pedidos.

A conectividade na nuvem também é de vital importância, já que as impressoras e os scanners devem funcionar em uníssono com o Software de Gestão de Armazéns e as plataformas de análise para uma perfeita integração dos dados.

Que avanços na impressão térmica devem ter em conta os armazéns?

As soluções de identificação automática, como as impressoras térmicas e os leitores de códigos de barras, demonstraram ser fundamentais para apoiar as operações de armazém e melhorar a produtividade dos seus trabalhadores. A etiqueta de código de barras continua a ser uma peça chave nas operações de armazém e na visibilidade da cadeia de distribuição, já que é a metodologia mais acessível de seguimento do inventário.

A integração de soluções de mobilidade, como scanners e impressoras portáteis, tablets e impressoras instaladas em empilhadores, sistemas de preparação de pedidos por voz e computadores portáteis, aumenta a eficiência dos trabalhadores ao melhorar a flexibilidade da opção de mãos livres e criar mais fluxos de trabalho personalizados em vez de postos de trabalho estáticos.

Os sistemas robustos de impressão e digitalização são fundamentais para apoiar a expansão omnicanal. Ao enviar milhares de referências por dia, nos armazéns de maior rotatividade, as empresas necessitam de uma integração perfeita do hardware de impressão adicional para dar resposta ao ritmo crescente dos volumes de embalagens: a já conhecida preparação plug and play é vital para a evolução do comércio eletrónico e a dinâmica omnicanal. Além disso, os armazéns necessitam que o seu hardware de impressão de etiquetas seja fiável, já que inclusivamente a mais pequena avaria pode provocar atrasos na execução. Nesse sentido, as empresas de logística requerem um serviço de elevada qualidade e uma manutenção preventiva, quer seja trabalhando diretamente com um fabricante ou com um parceiro de canal. Para otimizar o rendimento da etiquetagem.

Como utilizar a impressão térmica para facilitar a automatização no armazém

As empresas integraram soluções de automatização para enfrentar os principais desafios do fluxo de trabalho, como os erros no processo de separação de mercadorias (picking), a imprecisão do inventário e o seguimento dos ativos. Utilizaram-se tecnologias como a robótica, a IA, a blockchain e RFID para maximizar a agilidade da execução e otimizar a disponibilidade dos trabalhadores.

A VDC descobriu através do seu estudo que 44,5% das empresas indicava o aumento da eficiência dos armazéns como o principal propulsor dos investimentos em automatização, enquanto 36,4% destacou a necessidade de aproveitar de uma forma mais estratégica os recursos laborais como principal motor da automatização. No entanto, o principal impulsionador continua a ser a necessidade de dar resposta ao ritmo crescente de pedidos online mediante programas de entrega, recolha e armazenamento mais rápidos. Portanto, os investimentos tecnológicos estratégicos para melhorar a visibilidade operacional das métricas de rendimento mais importantes foram benéficas para reduzir os problemas de cumprimento.

Resumindo, quer pretenda implementar a robótica como a IA no seu centro de distribuição, a etiqueta de código de barras continua a ser fundamental para as operações de armazém. Desde a digitalização precisa para a preparação dos pedidos até às etiquetas de localização para a gestão de inventários, as soluções de impressão dinâmicas são essenciais para reduzir os erros de etiquetagem e fundamentais para garantir o cumprimento preciso dos pedidos. Como tal, contar com sólidas impressoras móveis, de secretária e industriais nos armazéns ajudará a impulsionar as estratégias de automatização, assim como a melhorar a produtividade da produção e, em última instância, melhorar a rentabilidade das suas margens.

Além disso, os armazéns necessitam de uma integração escalável e fácil com as frotas de impressoras térmicas atuais para dar resposta ao aumento de pedidos e requisitos de etiquetagem. Para melhorar a eficiência dos armazéns, as empresas necessitam de sistemas atualizados de impressão e digitalização que estejam conectados à nuvem com as ferramentas de software da empresa.

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