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Segurança e dados dos clientes: como proteger o ativo mais valioso?

O crescimento sem precedentes do volume de informação e as possibilidades de acesso a ela, está a pressionar ainda mais o comércio de retalho para que garantam tanto a segurança dos seus próprios dados como a dos seus clientes, como está especificado na legislação do RGPD. E os retalhistas que colocarem em risco os seus clientes correm o risco de rapidamente ficarem sem nenhum.

Qualquer solução tecnológica que instalem deve seguir algumas premissas: ser segura e cumprir com as normas de conformidade mais recentes.

Com as novas regulações relativas aos dados, como o RGPD, este tema está a ter cada vez mais importância e as multas por não tomarem as medidas indicadas para tornar os sistemas mais seguros, são duras. Além disso, existe o risco de perder a confiança dos clientes se estes percebem que a empresa está a ser descuidada ou está a utilizar mal os seus dados.

Os retalhistas dispõem de um grande volume de informação confidencial dos clientes, como o endereço, contacto ou dados de pagamento e necessitam manuseá-los com grande cuidado para evitar possíveis falhas de segurança.

Mas, quais são os principais objetivos que os retalhistas devem ter em conta para uma maior segurança e gestão da informação?

Nos próximos anos será fundamental, para todas as empresas, introduzir processos mais seguros. Para quem já o está a fazer, é importante manter os seus registos atualizados para auditorias e melhorar os seus níveis de responsabilidade.

Os três principais objetivos a cumprir para uma correta segurança da informação estão compreendidos no acrónimo CIA e cobrem tanto a segurança dos equipamentos como a dos dados:

  1. Confidencialidade – proteger os dados empresariais confidenciais para assegurar que apenas são partilhados com o interessado. Aqui são essenciais as medidas de autenticação e autorização, que requerem que os utilizadores verifiquem a sua identidade e que lhes permita fazer o que pretendem antes que qualquer documento seja liberado, no caso da impressão.
  2. Integridade – garantir que o firmware do dispositivo é seguro e resistente a hackers ou a outras ameaças externas.
  3. Acessibilidade – manter o equipamento acessível e a funcionar para que os utilizadores possam realizar as suas tarefas fundamentais.

Uma das principais barreiras para as empresas de retalho é encontrar os recursos necessários para investir na melhor tecnologia de segurança. Além disso, embora as tecnologias sejam a solução, também requer um conhecimento e experiência especializados para reduzir os riscos.

Gerir a segurança do parque tecnológico é um desafio que deve ser abordado no seu conjunto. As impressoras, scanners e multifunções devem ser tão seguros como outros equipamentos tecnológicos. Se não o são, estes dispositivos podem oferecer aos hackers uma porta fácil de transpor. Segundo o relatório Global Print Security Landscape da Quocirca de 2019, 59% das empresas já passou por pelo menos uma perda de dados relacionada com a impressão nos 12 meses anteriores [1].

Segundo um estudo realizado pela Brother, a segurança dos dados é a função ‘crítica’ mais citada quando se escolhe uma impressora: 71% dos retalhistas entrevistados afirmam que é fundamental para eles que as suas impressoras, scanners e multifunções sejam seguros, o que não é uma surpresa dada a quantidade de dados confidenciais que os clientes que os retalhistas manuseiam.

No entanto, isto ainda deixa cerca de 29% das empresas que não reconhece a sua importância por falta de responsabilidade e formação. E, ainda, pouco mais de metade (51%) não sente que a sua empresa tenha investido o suficiente na segurança do hardware relacionada com as impressoras.

A falta de formação inibe as empresas de aumentar os seus níveis de segurança

Muitas vezes a linguagem é a culpada. Mais de metade (57%) das pme’s e grandes empresas asseguram que há demasiado vocabulário relacionado com a segurança da impressão. Os fabricantes e parceiros deste setor necessitam colaborar com as empresas para ajudar a descodificar os padrões de segurança e as regulamentações relevantes. São eles que devem assegurar-se de que as empresas escolhem a melhor solução de hardware e é vital, também, que esta tecnologia segura seja fácil de usar para que os trabalhadores mantenham a sua eficiência. Como tal, é recomendável aproveitar sempre os conhecimentos do nosso fornecedor de hardware.

Por fim, a proteção dos dados das transações realizadas no retalho e o seu armazenamento, devem ser guardados e geridos de forma segura pelos parceiros – neste caso os fornecedores especializados - para que ajudem a garantir a sua segurança e manutenção, tudo isso e como diz o estudo realizado pela Brother “Tecnologia no setor do retalho” através de uma transformação digital plena.



[1] Quocirca Global Print Security Landscape Report February 2019

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