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2 formas de ser mais sustentável no retalho

2 formas de ser mais sustentável no retalho

‘Ser verde’ não é só uma obrigação moral por parte das organizações hoje em dia, as políticas de sustentabilidade também podem ajudar a atrair mais negócio e a tornar as operações habituais mais eficientes.

Numa sociedade em constante mudança e cada vez mais focada num modelo de justiça social, a ética veio ao de cima e está no centro das conversas importantes. As expectativas do cliente sobre o impacto positivo alargaram-se também às marcas que compram.

Segundo um estudo realizado pela Brother a decisores de negócio no retalho de toda a Europa ocidental, a sustentabilidade há de estar entre as prioridades do comércio retalhista na atualidade: a maioria das PMEs e grandes empresas deste setor pensam que têm a obrigação de se comportar de forma sustentável (68%) e que o seu futuro êxito dependerá de gerir a sustentabilidade das suas operações (64%). Isto confirma que as empresas estão a colocar a Responsabilidade Social Corporativa (RSC) num patamar de topo da sua agenda comercial. Como parte desta tendência, três quartos dos retalhistas (73%) estão a rever e a procurar de forma ativa como melhorar as suas políticas de sustentabilidade e a digitalização está a ter um papel importante na hora de impulsionar este aspeto.

Resumindo, que têm que fazer as empresas para serem mais verdes?

1. Melhorar a sustentabilidade mediante a digitalização

Muitos retalhistas já investiram em ferramentas de digitalização que os ajudam a reduzir o seu volume de impressão. Dois em cada cinco dos entrevistados (43%) já utilizam scanners para digitalizar documentos físicos, como guias de remessa, para uma gestão e arquivo mais simples.

Quase metade dos retalhistas (47%) asseguram estar a começar a utilizar recibos eletrónicos. Isto tem o benefício de reduzir a quantidade de impressões e, como tal, evitar um potencial desperdício de papel. A sustentabilidade é, no entanto, apenas uma pequena parte dos benefícios que isto aporta.

Os minoristas também podem utilizar isto para melhorar as suas análises sobre quem compra ao longo do dia e juntar os dados de pesquisas na web com os das compras na loja, por exemplo. Também lhes oferece uma boa ferramenta para interagir com os seus clientes depois da compra, dando-lhes informação útil sobre as devoluções ou sobre como utilizar o produto. Além de que é uma forma de relembrar a marca e, consequentemente, melhorar o seu reconhecimento.

Mas inclusivamente com a digitalização, a maioria dos comércios de retalho são empresas ainda muito baseadas na impressão, já que existe um amplo leque de produtos críticos para o negócio que estão relacionados com ela, como cartazes na loja, etiquetas de envio ou de preços, guias de remessa e recibos ou outros materiais de marketing.

Três quartos dos entrevistados têm uma política de sustentabilidade (76%), que normalmente se centra na reciclagem e eficiência do hardware, mas também se estende ao embalamento, ao aprovisionamento, à pegada de carbono e utilização de plásticos.

2. Reparar, não substituir

A sustentabilidade da impressão pode ser melhorada alargando o ciclo de vida útil dos equipamentos, o que reduziria a necessidade de fabricar mais impressoras.

Uma das formas de o alcançar, e assim reduzir o desperdício. É levar a cabo reparações modulares para solucionar e resolver avarias em vez de substituir um equipamento por completo que, além disso, funciona perfeitamente. 76% dos retalhistas asseguram que a capacidade de reparar ou substituir componentes individuais de uma impressora avariada é um importante critério na escolha de um novo equipamento.

As reparações têm ainda a vantagem de reduzir custos para a empresa, além dos claros benefícios ambientais, ao limitar os processos industriais de fabrico e a utilização das matérias primas associadas.

Agora que os retailers começam a procurar melhores ciclos de vida útil, é necessário que exista uma mudança também na indústria. Os fabricantes de equipamentos de impressão devem adotar um ponto de vista a longo prazo, em vez do benefício a curto prazo, e garantir aos seus clientes que os seus dispositivos estão desenhados para durar até uma década. 

Uma vez que as impressoras alcancem o final da sua vida útil, é necessário assegurarem-se de que são recicláveis. Três quartos dos retalhistas (75%) estão de acordo em que as impressoras deveriam ser reparadas no final do seu serviço, em linha com o seu compromisso com a reciclagem e como parte da sua política de sustentabilidade.

Por último, é necessário que os fabricantes deste setor apoiem estas premissas ajudando os seus clientes a reciclar os seus dispositivos no final da sua vida útil e que ofereçam um sistema simples e direto de reciclagem de consumíveis. Consequentemente, as empresas precisam de trabalhar com fornecedores que reconheçam a importância de gerir o seu parque de impressão de forma eficiente e sustentável, tanto por razões comerciais como de Responsabilidade Social Corporativa.

Resumindo, a digitalização e a reciclagem são dois fatores inseparáveis e levarão as empresas a serem “mais verdes” e a garantir aos seus utilizadores que são responsáveis com o ambiente cumprindo todas as exigências intrínsecas que tanto a sociedade com o meio ambiente procuram.

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